Nine é o evento do ano, o trailer não deixa dúvidas.
E Fergie faz o papel de um travesti.
Não no filme, na vida.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Jogos do Poder

Numa notícia que deixou metade do mundo desconfortável, foi revelado que um remake de Bonnie & Clyde seria realizado, e pior: estrelando Hilary Duff.
Pois é. Faye Dunaway, a antiga e eterna Bonnie, não gostou:
"Não poderiam ao menos escalar uma atriz de verdade?"
Está certíssima.
Hilary Duff tem a habilidade interpretativa de um aipo-gigante, e sua presença implica que o filme contará a saga de dois adolescentes apaixonados do Vale de São Francisco que têm o sonho de fugir dos pais que não aprovam o relacionamento para se casar e fugir para o Caribe, mas para isso precisariam de muito dinheiro.
Hilary não gostou do comentário:
“Acho que meus fãs que irão assistir o filme nem sabem quem ela é, então você sabe... Acho que foi desnecessário mas eu talvez ficaria brava também se eu fosse do jeito que ela é agora”.
Está certíssima, em parte.
Primeiro, somente os fãs devem realmente assistir ao remake e sim, eles não devem ter a mínima ideia de quem é Faye Dunaway, mas isso não é uma boa coisa.
Segundo, eu também ficaria transtornado se as plásticas me fizessem parecer com algo que saiu do cruzamento da Joni Mitchell com uma iguana numa noite de lua cheia.
Mas não tira a razão de Faye.
Pra começar, nem deveriam estar fazendo o remake.
Vide o que aconteceu com Planeta dos Macacos e Psicose e outros.
Mas Hollywood não aprende, e a nova versão de Os Pássaros, de Hitchcock, já está em produção, e mesmo com Naomi Watts no papel principal, uma atriz de respeito, há aquele clima de desastre iminente no ar.
Ter Hilary Duff no papel principal é concretizar uma catástrofe anunciada.
*
Já que estamos falando dela, a Senhora Dunaway adora morrer, não é?
Não me lembro de um filme que ela protagonizou que não termine com uma morte trágica da personagem.
Pois é. Faye Dunaway, a antiga e eterna Bonnie, não gostou:
"Não poderiam ao menos escalar uma atriz de verdade?"
Está certíssima.
Hilary Duff tem a habilidade interpretativa de um aipo-gigante, e sua presença implica que o filme contará a saga de dois adolescentes apaixonados do Vale de São Francisco que têm o sonho de fugir dos pais que não aprovam o relacionamento para se casar e fugir para o Caribe, mas para isso precisariam de muito dinheiro.
Hilary não gostou do comentário:
“Acho que meus fãs que irão assistir o filme nem sabem quem ela é, então você sabe... Acho que foi desnecessário mas eu talvez ficaria brava também se eu fosse do jeito que ela é agora”.
Está certíssima, em parte.
Primeiro, somente os fãs devem realmente assistir ao remake e sim, eles não devem ter a mínima ideia de quem é Faye Dunaway, mas isso não é uma boa coisa.
Segundo, eu também ficaria transtornado se as plásticas me fizessem parecer com algo que saiu do cruzamento da Joni Mitchell com uma iguana numa noite de lua cheia.
Mas não tira a razão de Faye.
Pra começar, nem deveriam estar fazendo o remake.
Vide o que aconteceu com Planeta dos Macacos e Psicose e outros.
Mas Hollywood não aprende, e a nova versão de Os Pássaros, de Hitchcock, já está em produção, e mesmo com Naomi Watts no papel principal, uma atriz de respeito, há aquele clima de desastre iminente no ar.
Ter Hilary Duff no papel principal é concretizar uma catástrofe anunciada.
*
Já que estamos falando dela, a Senhora Dunaway adora morrer, não é?
Não me lembro de um filme que ela protagonizou que não termine com uma morte trágica da personagem.
Estranho.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Aposta.
Minha aposta para 2009? O musical Nine.E aposto todas as fichas.
E um rim.
Motivos: primeiramente o elenco, encabeçado pelo gênio Daniel Day-Lewis no papel de Guido Contini, um diretor de cinema tentando completar seu próximo filme, mas que tem um grande problema: a quantidade de mulheres em sua vida, quase proporcional ao número do título.
E aí está a melhor parte. Ignorando a Fergie, Nine apresenta a melhor seleção de talento e beleza que se pode imaginar: Marion Cotillard, Penélope Cruz, Judi Dench, Sophia Loren, Nicole Kidman e Kate Hudson.
Quem não quer ser Guido Contini?
É dirigido por Rob Marshall, que tem Chicago no currículo.
Nine é adaptação de uma adaptação: é baseado no musical do mesmo nome que foi baseado no filme 8 ½, do Fellini.
Enfim, se não funcionar, há algo de muito errado no mundo.
*
Só porque eu toquei no assunto, eu nunca entendi a Kate Hudson.
Ela é uma boa atriz, como pôde ser visto no ótimo Quase Famosos, mas depois deste só fez bobagens não relevantes. Agora espero que com Nine ela volte aos eixos e escolha os próximos projetos com mais bom senso, ao invés de apenas dizer: “É comédia romântica? Bora lá!”.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
EVE!
O diálogo do filme consiste, por boa parte, apenas de Wall-E chamando o nome de Eve, e de Eve gritando o nome de Wall-E.E é lindo.
Wall-E, que prefiro não descrever porque corro o risco seríssimo de usar linguajar de menina, é o personagem mais encantador criado pela Pixar, e olha que estamos falando da Pixar.
O que o filme consegue transmitir, tanto na mensagem global quanto nas nuances, é de te deixar pensando por horas. Se for assistir, e eu recomendo que o faça rapidamente, prepare-se para ser hipnotizado durante todos os créditos e além, pois o encanto não é quebrado nem depois de Wall-E fazer graça com a Luminária lá nos últimos segundos de fita.
Parece exagero, mas é Pixar. John Lasseter, Brad Bird e Andrew Stanton superam, a cada filme, um ao outro e a si próprios, e cada vez que um parece ter atingido o limite, chega, para a nossa felicidade, o verão no hemisfério norte.
É enfim um ótimo filme, mas se for pra fazer justiça, Wall-E se sustenta primorosamente como aventura, comédia, ficção científica e como soco no estômago da população mundial.
E, na minha opinião, como mais um dos grandes romances do cinema.
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